quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Brigitte Bardot “E Deus criou a Mulher”


“Dei-me conta da injustiça e da mediocridade humana”
Brigitte Bardot (BB), a “única estrela que o cinema francês teve” fez 80 anos neste domingo.
Isolada em Saint-Tropez, França, vive a vida que diz querer viver, longe daquela que deixou que o cinema filmasse, “Aos 80 anos vou ser diferente, acho”, disse um dia Brigitte Bardot, nem 30 tinha, e aos 80, que se celebraram este domingo (nasceu em 28 de setembro de 1934), “Não sou feliz, mas não sou infeliz”, confessou no programa Un jour, une histoire, (Um dia, uma história) do canal de televisão France 2, que lhe dedicou uma emissão especial, antecipando as celebrações informais do aniversário.
Jean-Max Causse, argumentista e realizador, explicou o mito BB “aquela que um dia chegou sensual, magnífica e provocadora como um óvni na paisagem cinematográfica francesa, mas também na sociedade, mas,  “Um dia ela disse não e nós sentimo-nos abandonados”, escreve Jean-Max Causse.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Senhora Abóbora (ou Dom Jerimum)

Abóbora ou jerimum, fruto da aboboreira, é uma designação popular atribuída a diversas espécies de plantas da família Cucurbitaceae, nomeadamente às classificadas nos gêneros;

1 - Abobra - uma única espécie, nativa da América do Sul
Abobra é um gênero de abóbora, nativa da América do Sul (Argentina, Brasil e Uruguai), cultivada para efeitos ornamentais e para produção dos seus frutos, vermelho-vivos, que são comestíveis, não só nesta região, mas também na Europa.
Alguns autores consideram a existência de duas espécies, Abobra viridiflora Naudin, de flores verdes, e Abobra tenuifolia (sinônimo deBryonia tenuifolia Hook.&Arn., de flores vermelhas, mas outros consideram estes nomes como sinônimos.
São conhecidas pelos nomes vulgares de abobrinha (Brasil), brionia del Uruguay e, por vezes, tayuya, embora este nome pertença mais propriamente a uma espécie aparentada, nativa da região amazônica.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

“Ama como a estrada começa” *

Lágrima

Cheia de penas me deito
E com mais penas me levanto
Já me ficou no meu peito
O jeito de te querer tanto
Tenho por meu desespero
Dentro de mim o castigo
Eu digo que não te quero
E de noite sonho contigo
Se considero que um dia hei-de morrer
No desespero que tenho de te não ver
Estendo o meu xaile no chão
E deixo-me adormecer
Se eu soubesse que morrendo
Tu me havias de chorar
Por uma lágrima tua
Que alegria me deixaria matar

(Amália Rodrigues)


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Porque as faces humanas são todas diferentes?

A geometria da cara, a cor dos olhos, o tamanho da boca, do nariz ou das orelhas, a forma do queixo, a altura da testa, o cabelo, a curva das bochechas, a espessura das sobrancelhas, estas são algumas características associadas à cara humana.
Apesar de não termos substantivos para todos os aspectos que nos permitem distinguir um rosto do outro, o nosso cérebro está treinado para identificar ainda assim as caras, uma capacidade vantajosa tendo em conta as dinâmicas sociais únicas da nossa espécie.

Evolução humana
Ao longo da evolução do Homo sapiens, estas dinâmicas sociais também promoveram o aumento da variabilidade das características faciais, defende uma equipa norte-americana que identificou uma grande diversidade nos traços da cara e nos genes associados à variabilidade destas características faciais. O estudo vem explicado num artigo publicado ontem na revista Nature Communications.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

A Banana uma fruta perfeita

"Qual é a coisa,

qual é ela?

Alto como pinho,

verde como linho,
amargo como fel,
doce como mel?"

A banana é uma planta herbácea vivaz acaule cultivada em mais de 130 países originária do sudeste da Ásia.
A banana é mencionada em documentos escritos, pela primeira vez na história, em textos budistas cerca de 600 a.C., e, sabe-se que Alexandre, O Grande, comeu bananas nos vales da Índia em 327 a.C.
Só se encontram, porém, plantações organizadas de banana a partir do século III d.C. na China.
No ano de 650, conquistadores Islâmicos levaram a banana para a Palestina, e foram, provavelmente, os mercadores árabes que a divulgaram por grande parte de Áfricaaté à Gâmbia.
A palavra banana teve origem na África Ocidental e, adotada pelos portugueses e espanhóis, veio a ser usada, por exemplo, na língua inglesa.